O prazer na tela

terça-feira, 9 de junho de 2015

Homem Ativo procura Mulher Carente (solteira, noiva, casada, viúva, crossdressing passiva)

  • Pode ser umas horas, 
  • Pode ser uma noite, 
  • Poder ser uma semana, 
  • Pode ser um mês, 
  • Pode ser um ano, 
  • Pode ser uma vida... 
  • Só depende de você!
Sou liberal, estou em busca de conhecer uma mulher que queira um relacionamento aberto, mas que esteja a fim de curtir algo diferente, não procuro santidade mas gosto de pessoas autênticas e discretas, que goste de ser livre e não queira abrir mão do sexo fora do relacionamento, mas que saiba separar as coisas, acredito que uma relação mais aberta neste sentido pode ser muito legal, quando existir cumplicidade, no momento não busco a mesma liberdade apenas uma companheira honesta.

                           Clique Aqui!




Pica Esconde na Rua com Amigos

Vou contar o que aconteceu comigo a tempos atrás, eu tinha 13 anos e brincava sempre de pique-esconde na minha rua e me escondia na casa de meus amigos, como eramos muitos brincando, às vezes ficavamos escondidos por 10 minutos, entao em uma dassas vezes, estava escondido com um vizinho bem mais velho que eu, devia ter uns 18 anos, nunca mais o vi, ele passava férias sempre com seu pai, e fomos nos esconder nos fundos da casa do pai dele, ele morava com a mãe em outro local, então, ele se colocou debaixo da escada e para eu me esconder teria que me encaixar de costas para ele, na sua frente, entao fiz, esfregando minha bunda em seu pau, como eu ja me punhetava e assistia filmes em vídeos, ja tirava sarros com meninas, sabia sim o que estava fazendo, ele então me segurou pela cintura e começou a me sarrar, eu logo passei a sentir seu pau duro na minha bunda e sua respiração ofegante em minha nuca e em meu ouvido.

Isto aconteceu duas vezes, eu ja esperava ancioso o pique e ia direto para os fundos da casa, mas sem ninguém me ver e ficava esperando ele chegar, as vezes outros iam e nos não podiamos tirar um sarro, na terceira ele colocou o pau duro para fora e pediu que eu segurasse, eu fiz, que delicia, era grosso, muito duro e macio, toquei uma punheta nele até ele gozar, nao quis chupar, apesar de ele ter pedido.

Em outra oportunidade, o último dia de férias no colégio, combinamos que valia se esconder em mais duas ruas, eram dois procurando e 25 se escondendo, então desfarçamos, e fomos para o fundo da casa, sendo que ele deixou a janela do quarto de trás destrancada, era o quarto de sua irmã, não havia ninguém em casa, ele me chamou para entrar e eu fui, com muito medo de ser descoberto, ele fechou a janela e me agarrou por trás, eu senti sua pica dura na minha bunda e quando ele beijou meu pescoço, eu me arrepiei todo, então tirou o short, e pulou aquela pica linda e dura, a luz na penumbra pois o quarto estava apagado, a luz entrava pela janela, eu segurei nela já melada, quando ele mandou que eu me sentasse na cama de sua irmã e ficou em pé na minha frente, me deu um beijo na boca e disse que me adorava e queria que eu desse um beijinho em seu pau, eu estava segurando seu pau na frente do meu rosto, nao resisti e beijei a cabeça, lambi seu líquido, olhei para cima e ele estava sorrindo e pediu:

- Bota na boca menina! 

Eu fechei os olhos e chupei aquela pica deliciosa, dura, macia, cheirosa, e logo após eu já estava mamando ela, que delícia, meu pau estava explodindo no meu short, ele então pediu para eu parar e disse que queira me chupar também.

Não entendi muito, mas aceitei e tirei meu short, ele se ajoelhou e deu várias chupadas e linguadas no meu saco, me deitou, me arreganhou e lambeu meu cú, fui ao delírio...

Entendi então porque ele queria me chupar, só assim eu tiraria meu short. Foi quando ele viu que eu estava delirando e próximo ao gozo, parou e disse que queria me sarrar, eu desgovernado aceitei, fiquei de quatro em um sofa que ficava debaixo da janela e arreganhei a bunda, ele então deu várias linguadas em meu cú, e dizia pra mim, fica olhando pra janela e veja se pode vir alguém, só que a janela estava fechada, eu apenas veria vultos, então ele se posicionou atrás de mim, me agarrando por trás, e tentando se encaixar, falava ao meu ouvido que adorava minha bundinha, beijava meu pescoço, me arrancando gemidos de fêmea, eu estava entregue, ele tirou a camisa dele e a minha, me abraçando novamente, senti seu corpo suado em minhas costas, eu estava nas nuvens, ele entao cuspiu na mão e me penetrou com 1 e depois 2 dedos, me preparando para ser comido, após isso, cuspiu na sua piroca e colocou na portinha e devagar foi metendo, me abraçando e beijando meu pescoço, disse que me adorava, e me falava ao ouvido, que putinha cheirosa, neste momento eu empinei minha bunda e forcei-a para trás, ajudando a penetração delicada, pronto, tudo aquilo estava dentro de mim...


Ele abracado e engatado, disse que ia meter gostoso, eu sem querer disse, mete meu macho, mete na sua putinha, ele então começou a tirar e botar a pica no meu cú, eu todo arraganhado, me sentindo fêmea, seu suor pingava nas minhas costas, eu virava o rosto para trás e via ele me comendo, ele me beijava a boca e meu pescoço, entao senti que iria gozar sem tocar em meu pau, e comecei a gemer, apertando meu cú, ele percebeu e disse, goza putinha, aperta minha pica, aumentando o vai e vem e me segurou pela cintura e meteu forte, eu ainda estava alucinado apertando sua pica com meu cú, quando ele disse, vou gozar no seu cú cachorra, eu disse goza na sua putinha, goza, então eu senti sua pica inchar e me sentindo quente por dentro, me empinei mais ainda, era seu gozo me preenchendo, por incrivel eu ainda estava gozando sem mesmo tocar em meu pau...



Ele ficou me beijando o pescoço, eu me virava e beijava sua boca, isso sem ele sair de dentro de mim, ficamos ali uns 5 minutos, nos amando, que delícia, já não lembrava de nada, esqueci de tudo e de todos, ele ainda pegou no meu pau que ficou duro novamente e punhetava, me fazendo contrair meu cú, apertando sua pica, que ficou dura também, então ele tirou o pau, me levantou e sentou no sofa pedindo que eu sentasse sobre ele de frente, eu estava com seu gozo escorrendo pelas pernas, e nao pensei muito, sentei em sua pica ja totalmente dura, que desta vez entrou direto até o fim, ele então segurou em minha cintura e me ensinou como cavalgar, mandava eu empinar a bunda, jogando meu corpo para frente, ele então começou a sugar e beijar meus peitos, que delicia, eu já não tinha mais vergonha, me aceitava como mulher naquele momento, ele falava:

- Cavalga putinha, rebola na pica do seu macho, eu segurava no encosto do sofa e rebolava de olhos abertos, subindo e descendo, vendo seu sorriso e falava para ele, que delícia, come sua puta, come, eu estou rebolando para você, comecei então a aumentar o ritmo, meu pau estava roçando em sua barriga e logo comecei a gemer, vou gozar, ai ai ai ai ai, que delícia, sem parar de pular, apertando meu cú,  beijei sua boca, ele me pegou, me levou para a cama me deitou de frango assado e começou a meter, eu estava todo arreganhado e dizia para ele mete na sua putinha, mete, goza pra mim, ficamos mais uns 10 minutos com ele metendo e eu apertando meu cú...

Ele dizia, só mais um pouquinho minha putinha, eu vou gozar gostoso, eu falava, mete meu macho, mete....senti então seu pau inchar novamente e ele gozou de novo... que delicia....nos beijamos muito e ficamos engatados até o pau dele amolecer...

Terminamos, ele pegou um pano, nos limpamos, deixei ele lá e fui para casa, fiquei com minha bunda doendo uns 5 dias... Após este dia, ele nao passou mais as férias com seu pai e eu nunca mais o vi... também parei com estas aventuras, me casei tive filhos.....hoje vivo so de recordações.... Acho que tudo comecou nesse dia... 






Me senti uma menina com a minha cunhada!
Comecei a tocar uma punheta e a gozar gostoso com a pica dela todinha no meu cuzinho, era eu gozando, olhando a gala sair com força, sentindo meu cú apertando a pica deça enquanto eu gozava. Nossa que foda gostosa, saí de cima da pica e nos beijamos bem gostoso. Ela ainda pegou meu pau todo melado de gala e lambeu ele todinho deichando ele bem limpinho e veio me beijar com a boquinha toda suja de gala.  Leia Aqui!

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Entrei homem e sai mulher da minha cunhada

Sou homem  casado e minha cunhada me fez mulher

Enfim realizei a fantasia de fuder com minha cunhada.

Uma vez gozei gostoso usando a calcinha da minha cunhada. Enfim ela sempre percebeu que eu era tarado nela pois sempre a encarava e ás vezes até lambia e mordia os lábios olhando pra ela. E ela adorava me provocar deichando eu ver sua calcinha quando tava de vestido, saia e as vezes aparecia em minha frente só de camisola quando dormia aqui em casa.

Ela sempre trazia algumas roupinhas e quando saia com a minha mulher, eu sempre ia mecher em sua bolsa, para pegar as suas calcinhas, e me mastubava bem gostoso cheirando e passando elas em meu pau, depois as vestia e gozava como nunca.  No último dia dos pais, fomos pra casa do meu sogro, pois iria ter um churrasco lá e ao chegarmos já me deparei com ela com vestidinho curtinho e bem soltinho, que delicia meu pau pulsou dentro da cueca só em imaginar agarrando ela por trás naquele vestidinho.

No final do churrasco ja tinha bebido muito e precisava ir ao banheiro, e ao entrar em casa, minha cunhada estava saindo do banheiro, demonstrava já estar meio bêbada aí, não resisti, e disse a ela que era tarado nela e que não via a hora de fazer ela gozar na minha boca e no meu cacete. E nao acreditei quando ela falou que era tarada na minha bunda e queria me comer bem gostoso.

Fiquei sem saber o que falar, mas ao chegar em casa, lá pelas 20:45 imediatamente liguei pra ela e marcamos de ir em um barzinho. E para a minha surpresa ela topou na hora, e eu falei:

- Quero que você vá com essa roupinha que você está, e ela concordou. Marquei para ela me esperar em um ponto qualquer da cidade que eu passaria e a pegaria. Sempre tive muita vontade de fudê-la, mas depois que ela falou que queria me fuder eu não pensava em outra coisa, só queria dar o meu cuzinho para ela.


Chegando no local marcado, formos para um barzinho, tomamos alguns drinks e ela cada vez mais ficando mais soltinha, foi quando lhe perguntei porque ela falou que queria me fuder. Ela disse que era tarada na minha bunda e que adorava inversão ,aí meu pau quase pulou pra fora da bermuda, com o tesão tomando conta de mim, revelei pra ela que já tinha vestido as suas calcinha algumas vezes, e ela, em tom de riso disse que deve ter ficado uma delicia em mim e que queria me ver de calcinha. E disse:

- Topa fazer uma loucura?

Ela se levantou foi ao banheiro e quando voltou abriu a bolsa, e me deu sua calcinha que ela tinha acabado de tirar e falou:

- Vai lá no banheiro e veste ela, eu não acreditei que ela estava ali de vestido e sem calcinha. Mas antes olhe por baixo da mesa e veja que estou sem calcinha!




Fui no banheiro imediatamente e tirei a cueca e coloquei a calcinha dela que era bem pequena. Fiquei louco de tesão ao saber que ela tava sem calcinha e que eu vestia a calcinha dela em um bar lotado. Sentei mais perto dela e nao aguentei e a beijei enlouquecidamente e disse: 

- Vamos logo para um motel porque eu estou já gozando aqui. Ela disse sim e saímos!

Ao chegarmos no motel eu estava louco de tesão, ela estava sem calcinha e eu vestindo a calcinha dela, ela foi tomar um banho e me mandou ficar só de calcinha para ela tirar essa foto.



Em seguida ela veio com um vestido e tirou e mandou que eu o vestisse, ela me vendo ali de calcinha e de vestido ficou muito exitada. E me agarrou, me beijando como uma vadia enquanto me beijava minha pica pulou pra fora da calcinha e ela foi me punhetando, ai se abaixou e comecou a chupar meu pau e apertar minha bunda ao mesmo tempo aaaaaiiiii que chupada gostosa.





Já não aguentando mais eu falei pra ela que estava já gozando, ela me virou de costas levantou meu vestido tirou a calcinha e meteu a lingua no meu cuzinho que me deichou todo arrepiado, depois ela começou a meter o dedo e bater na minha bunda.

E ficou um certo tempo fudendo meu cú com a lingua e o dedo, ela se levantou e pegou na bolsa dela uma cinta com um pênis e me falou: 

- eu agora vou ser seu macho e você minha putinha safada. Ela vestiu uma camisinha na pica de borracha e mandou eu chupar gostoso, e não perdi tempo e cai de boca naquele grande e grosso dildo.

O mais gostoso foi que enquanto eu chupava a pica ela ficava fudendo minha boca fazendo um vai e vem que me deichou maluco de tesao, era eu chupando e ela batendo com a pica na minha cara.

Depois de chupar bastante ela mandou eu ficar de quatro e empinar a bundinha, ela pegou um gel lubrificante e passou no kct e no meu cuzinho. Ela começou a ralar a cabeça do pau no meu cú me deichando vadia ate que começou finalmente a meter devagarzinho e eu gemendo como como uma putinha e ela dizendo:

- Vai minha putinha, geme nessa piroca gostosa, vai viadinho safado...



Enquanto ela me fudia, batia na minha bunda, eu comecei a rebolar gostoso, nisso já estava me dando vontade de gozar, aí mandei ela se deitar e fui por cima dela e sentei-me em cima dela, ela segurou a pica e eu fui sentando devagar até que entrou tudo, eu fiquei subindo e descendo e gemendo gostoso. Ela pediu para eu rebolar gostoso, obedeci e comecei a rebolar, não aguentei, comecei a tocar uma punheta e a gozar gostoso com a pica dela todinha no meu cuzinho, era eu gozando, olhando a gala sair com força, sentindo meu cú apertando a pica deça enquanto eu gozava. 

Nossa que foda gostosa, saí de cima da pica e nos beijamos bem gostoso. Ela ainda pegou meu pau todo melado de gala e lambeu ele todinho deichando ele bem limpinho e veio me beijar com a boquinha toda suja de gala. Depois dessa foda e logico que eu fudi ela gostoso mas irei contar em outro conto.





Marido da Minha Amiga - Tudo de bom!


Minha amiga me apresentou seu marido bem dotado, isso aconteceu numa conversa entre amigas, não sei ao certo o dia, nem mesmo lembro as palavras e frases exatamente usadas enquanto conversávamos, só lembro que o teor da conversa era putaria pura, afinal, falar sacanagem não é um privilégio só dos homens.... Bom, só sei que foi em 2009 numa reuniãozinha na casa de uma delas...

Andreia disse:
“- Ah, minha filha, eu não contei estória, meti um par de chifres nele, e vou continuar metendo chifre nele sempre quando ele pisar na bola comigo!!”

“- Ele sabe? Será que ele desconfia de alguma coisa?”
“- Imagina!! Homem é bicho burro... trai e pensa que a gente não desconfia, mas quando a gente trai, eles ficam cegos e nunca descobrem... só se a mulher for uma anta mesmo e der muita mancada!”

‘ - Eu nunca traí meu maridinho!!”

“ - Deixa de ser cínica, mulher, todo mundo aqui sabe quem foi que te cumeu!!”

“- Ah, mas ali foi na minha despedida de solteira... não conta como traição não, viu?!”

“- Um dia antes do casamento é traição sim, meu amor, os dois já estão amarrados, comprometidos... foi chifre sim que o teu maridinho tomou de ti, tá bom?!”

“- Já eu... eu não tenho coragem nem necessidade de trair o meu!”
“- Falou a santinha!!”

“- Não, gente, peraí!! Todo mundo que trai, na maioria das vezes tem um motivo, seja por desilusão amorosa ou apenas por falta de sexo... enfim... eu juro gente, eu nunca senti necessidade de meter chifre no meu maridinho não, tá bem??!”

“- Não gente, eu até entendo o que ela aqui tá querendo falar... afinal, o marido dela é muito bonitão e cheio da grana... eu também não trairia um homem desses nunca!”

“- Calma, calma... eu quero dizer é que meu marido nunca me deu motivos,ok?... pois, ele é... completo!!”

“- Completo? Como assim mulher? O que é que tu tá escondendo da gente??”

“- Ora!! É completo... em todos os sentidos!”

“- Uuuuiiii, agora eu fiquei curiosa de vez. Como assim em todos os sentidos? Explica melhor isso, amiga!!”

“- Ah, gente!! Usem a imaginação de vocês, ora bolas!”

“- Não não não, você começou agora vai terminar, amiga, fala aí pra nós o segredo do teu maridinho, fala?!”

“- Ele é bom de cama, gente. Pronto, falei, tá?”
“- Ué? Só isso? O meu também me fode gostoso e mesmo assim eu meti chifre nele, meu bem! Fala logo, mulher, o que é que o teu marido tem de tão diferente pra tu nunca ter chifrado ele?”

Lembro então que nessa hora, essa minha amiga respondeu a pergunta e a nossa curiosidade fazendo um gesto com as mãos afastadas uma da outra... referindo-se a... tamanho.

“- Jura?? Uuuuuuuuiiiii... que delíciaaaa, quantos centímetros, sortuda?”

“- 20 e tantos... 30 e tantos... sei lá!!”

“- Deixa de mentir, mulher! Fala sério!”

“- Ah, gente, é sério... eu nunca usei a fita métrica não, gente. Eu só sei que ele me deixa maluca de tesão quando tira a roupa e se exibe pra mim... sem falar que é maravilhoso sentir tudo aquilo dentro de mim... parece até um desses atores de filmes pornôs...rsrsrsrsrrs, nossa, eu deliro, sabia? rsrsrsrsrsrsr!!”

“- Ai, amiga, para, para logo com essa conversa que eu já tô ficando com calor na xoxota só de pensar, para, tá?”

“- É sério mesmo?”

“- Cês querem que eu tire uma foto? Eu tiro e mostro pra vocês!”

“- Vem cá, amiga, me diz uma coisa... tu dá o cu pra ele? Como é que tu aguenta?”

“- Claro! No começo doía pra caralho, eu chegava a chorar, agora eu tô acostumada!”

“- Nossa, eu lembro que eu já trepei com um cara pauzudo uma vez na vida, sabia? Foi uma delícia.... agora deu até saudades... feliz da mulher que casou com ele, viu?!..”

“- Eu nunca tive esse privilégio... casei com o primeiro namorado e ele ainda é cotoco. Dá pro gasto, mas... as vezes eu sinto falta de algo a mais me preenchendo a buceta.”

“- Eu já trepei com alguns caras pauzudos... e confesso que nem todos souberam usar o pau que tinham... só serviu mesmo pra me dar água na boca e pronto, pois, na hora da martelada, da foda, a maioria brochou e negou fogo. Sei lá, entortava e acabava amolecendo dentro de mim.”

“Aquele teu amigo gay é pauzudo, né, Meghy?”

“- Qual deles? Eu tenho vários amigos gays, fofa?”

“- O que é pauzudo, mulher, aquele do banheiro lá daquela boate... lembra daquela vez que a gente tava naquela boate e fomos os três pro banheiro, e a mulherada que tava lá dentro tudo se assustou quando viu o troço dele pra fora? Como é mesmo o nome dele?”

“- O Thiago?”
“- Issoooo, é ele mesmo... aliás, se ele for operar um dia, diz pra ele mandá a linguiça dele pra minha casa, valeu? rsrsrsrsrsrsrs”

“- Não, meu bem, aí é que você se engana, pois ele faz um sucesso enorme entre os homens. Aliás, ele tá saindo até com um bofe casado, minha filha.”

“- Sim, querida, mas, voltando ao pau do seu maridinho... tu tem alguma foto do pau dele aí no teu celular pra mostrar pra gente?”

“- Tenho! Veja!”


“- Merda, só uma? Então não esquece de me enviar por e-mail quando tu chegar na tua casa, tá bom, amiga?” 

“- Pra que tu quer a foto do pau do meu marido, sua vadia?”

“- Deixa de ser boba, amiga, eu só vou homenagear ele um pouquinho... com o teu consentimento, claro, rsrsrsrsrsrsrrs!”

“- Podem tocar siririca a vontade, suas taradas, eu não me importo... afinal, ele é só meu mesmo!”

“- Mas... vem cá, amiga.... e se por acaso... uma de nós, que nos conhecemos desde o tempo em que ficávamos com os mesmos carinhas na escola... quisesse tirar um tasco do pau do teu maridinho? Tu ia ficar com raiva? Com ciúmes?” Afinal... pra quem já participou de swing na adolescência liberar o maridão ia ser fichinha, né não?”

“- Claro que não! É só abrir o jogo comigo e fazer tudo as claras, marcar uma visita lá em casa e eu deixo ele comer qualquer uma de vocês aqui, na boa! Só não pode viciar, nem ficar marcando encontro escondido de mim, se não eu mato!!”

“- Eu fico na fila!”

“- Eu quero uma senha!”

“- Eu dispenso, pois sou capaz de viciar!”

“- Ok, a Meghy aqui então vai ser a primeira, já que foi ela quem propôs o joguinho primeiro!”

“- ÔBAAAAAA!!!”

“- Mas, lembre-se, gatinha, não pode viciar, tá bom? E outra coisinha... vai ter que dar o cú também, só pra saber o que eu senti quando eu dei o cu pra ele pela primeira vez.!”

“- Isso aí nem precisa mandar, minha filha! rsrsrsrsrsrsrsrsrs!!”

O certo é que eu fui na casa dela conforme o combinado... eu tava meio ansiosa e muito excitada com a oportunidade de ver e provar do tal pauzão do marido dessa minha amiga com o consentimento dela. Foi quando ele chegou do trabalho, jogou seu terno no sofá, sua pasta numa mesa, desabotoou sua camisa e tirou sua gravata, tirou seus sapatos e meias, sentando-se esparramado num sofá... enquanto eu e ela, sua esposa, conversávamos ali, de frente pra ele que me encarava sustentando um sorriso sínico, me comendo com seus olhos. Confesso que fiquei meio intimidada, pois, o clima estava ficando quente, afinal, ele já sabia o porque da minha presença ali em sua casa, pois a sua esposa já havia falado pra ele com antecedência quem eu era, e o que, eu queria...

Só que ele me deixou mais ansiosa ainda, pois, falou que primeiro ia tomar uma ducha e jantar... e só depois então ele “conversaria comigo”. Fiquei na espera e de calcinha molhada de tanto que a minha bucetinha latejava de tesão diante tal fetiche sustentado pelas fofocas de sua esposa que deram a ele tal fama de acavalado, despertando a curiosidade minha e das demais amigas...

Quase uma hora e meia depois ele veio sentar na sala conosco. Só de calça de pijama... esparramado no sofá e nos encarando, ali, sentadas lado a lado e de frente pra ele em outro sofá. Foi então que a minha amiga, a esposa dele, puxou meu rosto de encontro ao dela e me beijou... bem gostoso... espalhando seus beijos por todo o meu rosto, pescoço, ombros e busto... deixando ele maluco.


Em seguida ela desceu sua mão por baixo de minha saia, entre minhas pernas abertas e aconchegou a palma por sobre a minha buceta, ainda com calcinha... toda  molhadinha na racha... foi então que senti as pontas de seus dedos procurando meu orifício vaginal... o buraquinho da minha caverninha... a entrada do meu parquinho de diversão... e ele ali, com uma puta cara de tarado, se aquecendo para o que viria depois.




Ao sentir os dedos da minha amiga atoladinhos e friccionando a minha xota, eu comecei a gemer e a me contorcer... ofegando e sussurrando deliciosamente... apertei meus peitos por sobre a minha blusa enquanto a boca da minha amiga me sugava o pescoço, quase arrancando minha jugular a chupadas... que sensação maravilhosa... quase esqueci do real propósito de estar ali... a rola do marido dela.

Então tirei minha blusa por cima, deixando meus peitos excitados a mostra... ela os mamou com muita força... deitei e ela veio por cima de mim, entre minhas pernas, me mamando e bolinando minha xoxota... eu olhava pra ele toda dengosa, com minha cabeça encostada na almofada... foi então que notei por sobre a virilha dele, um enorme volume na sua calça de pijama... parecia que ele estava com um cacetete escondido por dentro. Tal visão junto as dedadas que a minha amiga me dava na buceta sem parar me fizeram gozar... foi um gozo intenso que me fez contorcer todo o meu corpo entrelaçado ao dela... abracei ela forte, tremendo minhas coxas com o corpo dela colado ao meu, entre minhas pernas arreganhadas...


Foi então que tomei alguns segundos de fôlego, sentei no sofá, puxei forte o ar, minha amiga ficou na ponta do sofá, meio deitada e esperando eu ir até onde seu marido... que já estava em ponto de bala... levantei e dei poucos passos até ele, sentado de pernas abertas, com seu pau envergado por dentro da sua calça de pijama... abaixei e me ajoelhei, pus minhas mãos em suas coxas e massageei-as, enquanto ele acariciava meus cabelos e rosto... então coloquei minhas mãos na cintura da sua calça de pijama e fui puxando... devagar... expondo cada centímetro de sua rola aos pouquinhos... até que quando desci de vez a sua calça...

O mastro duro saltou pra fora, feito uma catapulta, diante meus olhos abismados... foi então que vi com meus próprios olhos que tudo o que a minha amiga havia nos confessado dias atrás era a mais pura verdade... pois o seu maridinho era muito pauzudo... enorme... e tudo aquilo latejava como se estivesse me cumprimentando... era um belo pau... um monumento a virilidade... um presente a qualquer mulher louca por boquete. E tanto era cumprido como grosso... nossa, com toda a minha vasta experiência na arte da putaria eu confesso que nunca tinha visto um homem branco com uma rola tão avantajada... e que falo tinha na ponta daquele caralho duro... era inchado e quase redondo de tão cheinho... avermelhado, e estava lambuzado por conta do tesão que a transa entre a minha amiga e eu havia propiciado a ele...


Então toquei nela... peguei com as duas mãos... deslizando meus dedos e a palma dos testículos ao falo... apreciando... degustando com meus olhos... sentindo a temperatura e a dureza pulsante... ele observava a tudo de cima pra baixo... olhar ouriçado e respiração ofegante... então comecei a masturbá-lo sutilmente, com uma mão só, as vezes trocava de mão... comecei a pressionar... e ele começou a gemer... 




Ergui um pouco mais meu corpo e aproximei meu rosto de encontro aos seus testículos depilados, beijei, chupei as bolas e cheguei a colocar as duas dentro de minha boca... sem largar o pau a cima de minha testa... ele se contorcia de tesão... então fui beijando e lambendo do tronco para cima, percorrendo cada centímetro daquele monumento colossal que homenageava a minha tara por rola... cheguei ao falo,  a cabeçona... encaixei meus lábios, afastei a língua colocando-o por sobre e forcei a entrada... socando... quase engasgando com a grossura, contudo minha gula falava mais alto, então engoli até a baixo do falo, e mesmo assim ficaram muitos centímetros de fora, impossíveis de adentrar em minha boca arreganhada e já cheia... mamei aquela pica com uma disposição e empenho dignos de um belo cachê, caso eu fosse cobrar pelo boquete... tava muito gostoso... um momento único, afinal, aquilo não era uma pica comum... era um deleite aos meus olhos e fome sexual... chupei, chupei, chupei, chupei... 



Lambuzei e babei até escorrer nos cantos de minha boca gotas salgadinhas de líquido expelido pelo buraquinho da sua cabeça lubrificada... forcei engolir mais e mais... gorfei... quase vomitei por conta do esforço... ele gemia feito um cachorro no cio... pus então meus lábios apenas na cabeça, por sobre orifício de seu cacete e suguei com violência... ele levantou suas costas do sofá, olhos apertados e cabeça pro teto... fiz então aquela rola imensa explodir um forte jato de porra... encher minhas bochechas de descer garganta a baixo... quentinho salgadinho e grudento... engoli tudinho...

Ele gemia e se contorcia a medida em que eu continuava as chupadas na sua rola latejante e lambuzada... em nenhum momento eu larguei a mão daquele cacetão... e para não deixar relaxar eu continuei masturbando... ele tava nas nuvens tamanha a sensação pós gozo que minha boca lhe havia proporcionado. Me levantei depressa e joguei toda a minha roupa no chão, dobrando meus joelhos no sofá por sobre o colo dele, sentando em sua virilha e aconchegando os lábios da minha xana na cabeçona de sua pica ereta por baixo de mim, sentei aos poucos... delicadamente... 



Só pra sentir sutilmente a grossura daquela pica entrando, apartando minhas paredes vaginais a dentro... entrando... entrando... entrando... até não poder entrar mais, afinal, existe um limite... apesar da minha vontade de colocar tudo pra dentro de mim... de tanto tesão que eu sentia... eu me arrepio até hoje quando fecho meus olhos e relembro a sensação que foi sentar naquele pauzão... inesquecível... então, quando me senti confortavelmente acomodada eu dei início as cavalgadas... socando, socando, socado, pra cima e pra baixo... devagar e acelerando aos poucos... até que senti que a minha buceta já estava acostumada com a grossura daquela picona... daí enlouqueci de vez e cavalguei mais rápido, alucinada e sem cansar... querendo mais e mais a cada socada deliciosa da minha buceta gulosa naquela picona gostosa... ele tava adorando e eu gemia feito uma puta depravada, berrando e xingando pra caralho... gozei... gozei deliciosamente com tudo aquilo atolado na minha buceta... entrando e saindo... causando-me arrepios e calafrios de tesão... ofeguei muito... é óbvio que havia dor na minha buceta por causa das dimensões acavaladas daquela picona... mas o prazer de foder em cima daquilo é que foi recompensador... 

Em seguida ele me surpreendeu, segurando minhas ancas e movimentando sua virilha com força na minha xota já atordoada e encharcada enquanto eu abracei ele pelo pescoço... estocando de baixo pra cima numa rapidez de deixar garotinhos cheios de energia com inveja... eu gritei mais alto ainda, estava descontrolada e já não mais aguentando a surra de rola entrando e saindo feito uma britadeira em mim... gozei de novo... tremendo minhas coxas apartadas pela virilha dele, em cima daquele mastro fincado em minha bucetinha latejante...

Respirava alto, gemia alto... cansada, com minhas costas banhadas de suor, meu corpo quente, rosto corado e minhas pernas bambas... olhei pra trás e vi minha amiga igualmente esgotada, deitada no outro sofá, nua, manipulando sutilmente sua buceta, nos encarando com olhos cerrados...  percebi ela ofegante e entorpecida por um recente gozo que teve... de certo ficou enlouquecida com o que viu ali em sua frente, entre seu marido pauzudo e eu...

Em seguida perguntei se ele queria comer a minha bunda... e é obvio que ele ficou animado com a possibilidade de me ver de quatro pra ele... então me ajoelhei por sobre o sofá e coloquei meus cotovelos no encosto de mãos... olhando pra ele atrás de mim e chamando ele, dando um sorriso bem safado e rebolando meu rabão branco... as vezes piscando meu cu pra deixar ele maluco...

Senti sua mão delicadamente na minha cintura, enquanto a cabeça de sua rola encostava e procurava espaço entre minhas nádegas abertas... a pressão foi aumentando a medida em que ele forçava a entrada... doía pra caralho e ainda não tinha entrado nada... ele pressionava, forçava, cuspia nas minhas pregas... metia, metia, metia... até que entrou a cabeça toda... fechei meus olhos e gritei soltando um baita AAAI, CARAAALHOOOO!!!

Ele segurava em minhas ancas e socou até onde pode pra não me arrombar mais ainda... senti minhas nádegas tremerem... até que procurei me acostumar, deitei de ladinho pra ver se doía menos... engano... fiquei arreganhada e procurei pensar somente no prazer, imaginar a picona deliciosa dele entrando, me fudendo o cú bem gostoso... e ele tava tão tarado pela minha bundona que demorou a se dar por cansado.

A minha amiga tava de pé, próximo a nós, assistindo a penetração bem de pertinho e filmando tudo com uma câmera, para mostrar para nossas outras amigas em seguida... sem tirar sua atenção da minha fome por rola e pelos meus gritos de: 

- COME, COME, COME MEU CU, COME, ISSSOOOOO, ME ARROMBA O CU, VAI, VAI, VAI SAFADO, METE ESSSA PICONA GOSTOSA TODINHA NO MEU CU, METE, METE, METEEEEEEE... TÁ GOSTANDO DE COMER MEU CU, TÁ? TÁ GOSTOSO MEU CU TÁ, SAFADOOOHH? ENTÃO METE, VAI, METE, METE, AAAAI QUE ENRABADA DELICIOSAAAAHHRR!!

Não podia acabar de outra forma, com o meu cu alargado e sangrando pelas bordas... nossa, que dor... vi ali que a minha amiga era uma Heroína por aguentar aquilo tudo no cu durante tanto tempo de casados... Ficamos as duas ali com ele, por um tempo, e fui tomar uma ducha e depois a minha amiga foi me deixar em casa...

Na verdade eu fui a única que trepou com ele, pois, as outras, principalmente as casadas, arregaram depois que assistiram ao vídeo da transa e viram o tamanho daquela pica me fudendo... sem falar que elas se assustaram quando eu falei que o pauzudo do marido da nossa amiga havia me deixado com o cu alargado uns três dias seguidos... Ainda penso em dar uma outra com ele, mas agora quero bater uma punheta bem gostosa nele... Agora quero homem casado sempre!



Obrigada por ler este relato e comentem, por favor!! Beijos!!



Veja outras postagens